Recepcionista é baleada durante o trabalho em concessionária de Aparecida de Goiânia

Arma usada no crime foi apreendida pela Polícia Civil, Goiás — Foto: Arquivo pessoal
Arma usada no crime foi apreendida pela Polícia Civil, Goiás — Foto: Arquivo pessoal

Arma usada no crime foi apreendida pela Polícia Civil, Goiás — Foto: Arquivo pessoal

Uma recepcionista de 19 anos foi baleada, na quarta-feira (26), na cozinha da concessionária em que trabalha, na Avenida Rio Verde, no Setor Vila Rosa, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Segundo a Polícia Civil, o tiro foi disparado por Braulher Canedo Cunha, de 39 anos, dono da loja de carros que fica ao lado da que a jovem trabalha .

O suspeito fugiu do local e, segundo a corporação, até as 11h30 desta quinta-feira (27) não havia se apresentado em nenhuma delegacia.

A direção da concessionária que pertence a Braulher informou, por telefone, que o empresário foi limpar a arma no fundo da loja. Nisso, a arma disparou acidentalmente, o tiro atravessou a parede e atingiu a vítima.

Crime

O caso aconteceu por volta das 15h. A jovem foi socorrida e encaminhada ao Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). Segundo a unidade de saúde, ela foi avaliada por uma equipe multidisciplinar e recebeu alta na noite de quarta-feira.

Testemunhas disseram aos policiais que o empresário e a recepcionista não tinham um relacionamento. Por enquanto, a corporação trata o caso como acidental, mas só a investigação esclarecerá como a funcionária foi baleada.

A direção da concessionária em que a vítima trabalha informou que presta toda a assistência necessária à jovem e analisa quais medidas serão tomadas.

O caso foi registrado no 4º Distrito Policial, mas será encaminhado ao 5º Distrito Policial, pois se trata da unidade responsável por investigar crimes no Setor Vila Rosa.

No local do crime os policiais apreenderam uma pistola calibre 765, que estava no nome do autor. Inclusive, havia um registro de furto contra ela. Por isto, também deve ser investigado se houve falsa comunicação de crime.

Por Paula Resende, G1 GO

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