Homem é atropelado por trem em ferrovia no DF e perde perna e braço

Homem é resgatado por bombeiros após ser atropelado por trem — Foto: Reprodução/TV Globo
Homem é resgatado por bombeiros após ser atropelado por trem — Foto: Reprodução/TV Globo

Homem é resgatado por bombeiros após ser atropelado por trem — Foto: Reprodução/TV Globo

Um homem foi atropelado por um trem na noite de quinta-feira (29) em Brasília. Ele deu entrada no Hospital de Base em estado grave com uma perna e um braço amputados. Questionado pela polícia, o maquinista disse que ele estava deitado no meio da ferrovia.

O acidente ocorreu no Guará 2, por volta das 21h30. Jackson Pontes Sousa, de 27 anos, foi socorrido pelos bombeiros ainda no local da batida.

“Ele falava, verbalizava, mas de forma desconexa. Ele não conseguia passar informações de forma coerente, de forma ordenada. Ele teve hemorragia abundante no local e o caso dele é considerado grave”, afirmou o porta-voz dos bombeiros, capitão Ronaldo Reis.

De acordo com os bombeiros, ele tinha ido visitar um amigo, que mora do outro lado da ferrovia, na quadra 3 do Park Way. Na volta para casa, atravessou a linha férrea e acabou atropelado.

Moradores da região afirmam que Jackson tinha problemas com bebida alcoólica. No depoimento, o maquinista disse que não conseguiu frear a tempo.

Linha onde homem foi atropelado por trem no DF — Foto: Reprodução/TV Globo

Linha onde homem foi atropelado por trem no DF — Foto: Reprodução/TV Globo

O trem vinha de Pires do Rio, em Goiás. Os vagões servem para transporte de minérios, mas estavam vazios.

A passagem de pedestres pela linha é constante, assim como os acidentes. Há relatos de um carro que foi arrastado. “Acontece diariamente várias pessoas atravessando. Como já aconteceu outro acidente aqui, em que um cidadão o trem bateu nele e ele caiu do outro lado”, disse um cinegrafista que mora na região, Celso Rocha Santos.

“Eu tenho medo constante desse trem porque aqui as crianças estão o tempo todo correndo e brincando. Tem uma quadra aqui perto. Esse que é o meu maior medo”, afirmou a dona de casa Diana Favacho.

Por G1 DF e TV Globo

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