Mais de 292 mil nascidos em junho, julho e agosto podem sacar o FGTS inativo em GO

Mais de 292 mil goianos nascidos em junho, julho e agosto podem sacar, a partir desta sexta-feira (12), os valores contidos nas contas inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Para atender o público, as agências irão funcionar em horário especial. Clique aqui para ver os endereços.

No sábado (13), 96 unidades em todo o estado irão funcionar das 9h às 15h exclusivamente para atender a essa demanda. Todas as agências do país também abrirão duas horas mais cedo , às 8h, na sexta-feira (12), segunda-feira (15) e terça-feira (16) para este tipo de serviço.De acordo com a Caixa Econômica, em Goiás, estão à disposição para retirada nesta etapa um valor total de mais de R$ 258,5 milhões.

Nascidos em setembro, outubro e novembro poderão fazer o saque em junho. Em julho, deverão sacar os nascidos em dezembro. Quem tiver FGTS inativo poderá sacar em uma agência da Caixa.Têm direito ao saque os trabalhadores que foram dispensados por justa causa ou pediram demissão até 31 de dezembro de 2015.

Antes, os valores das contas inativas só podiam ser sacados por quem estivesse desempregado por, no mínimo, três anos ininterruptos. Agora, quem está atualmente empregado passa a poder sacar o valor de uma conta inativa, desde que o afastamento do emprego anterior tenha ocorrido até o fim de dezembro de 2015.

O trabalhador, no entanto, não pode sacar o FGTS de uma conta ativa, ou seja, depositado pelo empregador atual.O gerente regional da Caixa Econômica Federal em Goiás, Jonatas Ferreira de Oliveira, explicou quais são dos documentos necessários para o saque. “Os trabalhadores devem ir até uma agência com a Carteira de Trabalho. Caso não possua, pode apresentar o termo de rescisão contratual”, disse

Segundo ele, todos os trabalhadores que foram demitidos ou pediram demissão até 31 de dezembro de 2015 terão direito ao saque. “Vale ressaltar que apenas nesses casos os trabalhadores serão enquadrados. Quem está encostado e recebe auxílio-doença, por exemplo, ainda tem o contrato considerado como vigente e não tem direito. Já quem foi demitido ou pediu para sair da empresa, esse sim vai receber”, explicou.

FONTE: G1 DF

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