Hospitais particulares de Formosa falta quase tudo

Tenho observado com muita preocupação o atendimento nos hospitais particulares aqui em Formosa. Falta muita coisa, mais falta principalmente o interesse da classe política e empresarial.
Até quando vamos esperar pagando um médico que chega mal humorado pra nos atender rápido, sem atenção e sem comprometimento com os pacientes que lhes aguardam horas e horas mesmo pagando consultas caríssimas, de R$ 120,00, R$ 140,00, R$ 150,00 até R$ 200,00 para não ficar nem 15 minutos dentro do consultório? Sem falar na falta de respeito, com os horários marcados para com os pacientes, devendo os mesmos chegar com antecedência para serem atendidos primeiro, pois mesmo pagando, tudo é por ordem de chegada, sendo que os médicos chegam com atrasos de uma, duas e até três horas depois da primeira consulta do período agendado.
Já imaginou comprar uma passagem de avião ou ônibus para ás 8:00 horas da manhã e chegar 10 ou 11 horas? Certamente não embarcaria… Já pensou em ter que pagar a mesma passagem somente em dinheiro, porque as empresas não aceitam nem cartão ou cheque porque não tem a estrutura de máquinas e lá não aceita outra forma a não ser dinheiro?
Isto acontece aqui no hospital São Camilo e outros da cidade. Ah!… E não acabou leitor do site Lance Goiás, temos nos hospitais particulares daqui de Formosa a parceria com o SUS, mas acreditem… os hospitais que recebem uma pequena fortuna do estado, não tem ambulância e recebem para locomover os pacientes, chegam no hospital São Camilo ou na Clínica Luciano Chaves internam seus pacientes e se precisar de remoção os mesmos ligam no Hospital Municipal de Formosa e pedem ambulância uma situação inimaginável. É a mais pura verdade! Quantas vezes temos que pedir aos agentes políticos e secretário de saúde “pelo amor de Deus” para emprestar uma ambulância para os pacientes que estão nos hospitais particulares? Quero aqui abrir a discussão para as próximas matérias, vamos abordar outros temas. Hoje falamos do mal atendimento dos médicos que nos fazem esperar, recebendo nosso dinheiro. Me sinto um trouxa de carteirinha. Falamos também da falta de ambulância de quem recebe do SUS para ter pelo menos uma pequena e melhor estrutura, como diz Manuel Alves o mínimo do mínimo.
Quero aqui dizer aos políticos, empresários e a promotoria de justiça que nos ajudem. Está passando da hora. Temos 120 mil habitantes, precisando de agentes mais comprometidos com nossa gente, nosso povo. O povo grita por socorro, um povo que está precisando de fiscalização, um povo que está precisando de agentes público fortes, que mudem a história do atendimento particular e público dos hospitais no nosso município.
Estamos de olho!

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