Mãe do Padre Fábio de Melo é intubada: “Nas mãos de Deus”

“Ela precisou entrar na respiração artificial. No primeiro momento isso me desolou muito”, disse o religioso.

O Padre Fábio de Melo, 49, revelou que a sua mãe, Ana Maria, foi intubada na UTI por causa de complicações da Covid-19. Ela segue em observação desde o último dia 15 de março.

“A minha mãe continua em sua luta, bravamente. Resistindo, suportando. Ela precisou entrar na respiração artificial. No primeiro momento isso me desolou muito. Parece que a gente encara isso como uma sentença de morte. Mas não. Hoje, mais lúcido, mais tranquilo, eu sei que é o melhor para ela”, começou Melo.

Segundo ele, os médicos disseram que esse procedimento faz com que o organismo descanse para que ela possa ter mais forças para se recuperar contra a inflamação nos pulmões.

“Os médicos disseram que estão muito confiantes, nós também. E eu gostaria de viver este momento do mesmo jeito que a minha mãe sempre viveu todas as dificuldades que ela passou: Entregando tudo nas mãos de Deus e confiando nele”, emendou.

Apesar da situação difícil, o religioso comenta que segue em paz. “Deus me disse: ‘Meu filho, alegre-se. O que você está podendo fazer por sua mãe muitos filhos não podem’. E isso está me consolando. Saber que ela está sendo bem cuidada, que nós estamos dando a ela a oportunidade de sair disso”, disse.

Na última quinta-feira (18) o Padre Fábio de Melojá afirmava que o estado de saúde de sua mãe havia piorado e que ela tinha sido transferida para UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Ela foi infectada pelo vírus da Covid-19 dias antes de tomar a primeira dose da vacina, em 4 de março, segundo o religioso.

“Meus queridos amigos, muitas pessoas estão me pedindo notícias de minha mãe. Ontem [17], no final da tarde, ela teve um mal-estar súbito. A dificuldade para respirar fez com que aumentassem o volume de oxigênio. Ela está na UTI, diz Padre Fábio de Melo em seu perfil nas redes sociais.

Ele disse ainda que é provável que o “quadro tenha sido provocado por alguma condição cardíaca”. “Ela continua feliz, disposta, gentil e grata. Nela não há nenhum vestígio de rancor, mágoa com a doença. Tenho tentado fazer o mesmo.”

 

 

 

 

 

 

Fonte: Mais Goiás

print