Brasil registra 1.661 mortes por Covid-19 em 24 horas

Pandemia já provocou 472.629 óbitos e mais de 16,9 milhões de infecções no país

 

O Brasil notificou 63.032 novos casos e 1.661 novas mortes por Covid-19 neste sábado, segundo o boletim do consórcio dos veículos de imprensa. Agora, segundo o levantamento, o país conta com 16.904.986 infecções e 472.629 óbitos provocados pela pandemia.

Os dados são do boletim do consórcio de imprensa, uma iniciativa formada por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo. Os veículos reúnem informações das secretarias estaduais de Saúde divulgadas diariamente até as 20h. O governo de Rondônia não enviou seus números até o fechamento desta edição.

A média móvel de casos é de 61.997, índice 5% inferior ao visto 14 dias atrás. Já a média móvel de óbitos atingiu neste sábado 1.641 diagnósticos, 14% menor ao registrado no mesmo período.

A “média móvel de 7 dias” faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos ou das mortes. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o ruído” causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

Dezenove estados atualizaram seus dados sobre vacinação contra a Covid-19 neste sábado. Desde o início da campanha de vacinação,  48.734.903 pessoas receberam a primeira dose de um imunizante contra a Covid-19, o equivalente a 23,01% da população brasileira.

A segunda dose, por sua vez, foi aplicada em 22.896.108 pessoas, ou 10,81% da população nacional.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta sexta-feira, com condicionantes, a importação excepcional e temporária de doses da vacina indiana Covaxin e da russa Sputnik V. A primeira será realizada pelo Ministério da Saúde; a outra, pelos estados da Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Pernambuco e Piauí. A decisão vale apenas para lotes específicos de imunizantes trazidos de fora e não configura autorização de uso emergencial pela agência.

De acordo com o diretor da Anvisa e relator, Alex Machado Campos, os dois imunizantes só poderão ser aplicados em adultos entre 18 e 60 anos sem nenhum tipo de comorbidades; gestantes, lactantes e puérperas, bem como mulheres que pretendem engravidar nos próximos meses, não podem receber os imunizantes.

Esta é a segunda vez que os imunizantes passam pela análise dos diretores da agência. Da primeira vez, ambas foram negadas.

Os governadores do Nordeste estudam concentrar primeiras doses da Sputnik V em poucas cidades. A ideia é reproduzir um experimento realizado na cidade de Serrana (SP) pelo Instituto Butantan, para avaliar a eficácia da CoronaVac. Toda a população adulta do município paulista, que tem 45 mil habitantes, já recebeu as duas doses do imunizante. Desde então, o índice de mortes por Covid-19 caiu 95%. Os pesquisadores concluíram que a pandemia pode ser controlada se 75% da população estiver vacinada.

Por O Globo

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