Guarda civil é preso suspeito de matar mãe e padrasto de criança resgatada sozinha chorando em Aparecida de Goiânia

Um Guarda Civil foi preso suspeito de matar a mãe e o padrasto de um menino de 3 anos, que foi resgatado sozinho chorando em casa em Aparecida de Goiânia. O crime aconteceu em março de 2021, e a prisão dele faz parte da 2ª fase da operação Caronte, realizada na terça-feira (26).

O nome do guarda civil não foi divulgado pela polícia. Por isso, o g1 não localizou a defesa para se manifestar até a última atualização desta reportagem.

A secretaria de Segurança Pública de Aparecida de Goiânia informou em nota, nesta quarta-feira (270, que está colaborando com as investigações da Polícia Civil por meio da Corregedoria da Guarda Civil Municipal.

Na época do crime, o menino foi resgatado por agentes da própria Guarda Civil depois de vizinhos estranharem o choro dele. Agentes da Guarda ficaram quase 10 horas procurando pelos pais e descobriram depois que eles foram assassinados na Serra das Areias.

O delegado Hudon Benedetti disse que uma câmera de segurança registrou quando o casal entra em um carro com dois homens e saem em seguida. Minutos depois, o mesmo carro volta ao local e retira os equipamentos do circuito interno de segurança.

“O guarda civil alegou que não matou o casal, mas as imagens passaram por perícia, que comprovou ser ele”, ressaltou o investigador.

Criança de 3 anos recebe atendimento médico após mãe e padrasto serem assassinados, em Aparecida de Goiânia  — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Criança de 3 anos recebe atendimento médico após mãe e padrasto serem assassinados, em Aparecida de Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Mãe e padrasto assassinados

 

A Polícia Civil informou na época do crime que o casal tinha várias marcas de tiros pelo corpo. Durante a investigação, o delegado encontrou imagens de câmeras de segurança que mostram quando o casal entra em um carro com dois homens e saem em seguida.

Minutos depois, o mesmo carro volta ao local e retira os equipamentos do circuito interno de segurança. O delegado Hudson Benedetti havia levantado durante a investigação que o padrasto tinha passagens por tráfico, associação para o tráfico e lesão corporal.

Fonte: Portal g1 Goiás.

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