Saúde

Jovem que teve reação alérgica ao cheirar pimenta deixa UTI: ‘Aliviada’, celebra a mãe

Thais Medeiros de Oliveira, jovem de 25 anos que teve uma reação alérgica após cheirar uma pimenta em fevereiro do ano passado, deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na última terça-feira (6), após apresentar melhora no quadro de infecções. De acordo com a mãe da trancista, Adriana Medeiros, a filha deve voltar para casa nos próximos dias.

“Eu estou com o coração aliviado. A Thais está bem! Ela está com infecções controladas, graças a Deus. Amanhã deve fazer novos exames para ver como está, mas estou me sentindo aliviada e feliz por estar aqui no quarto”, disse Adriana.

Thais foi para a UTI no dia 14 de janeiro por conta do agravamento de algumas infecções, que acabaram provocando febres altas e diarreia. Agora, segundo a mãe, o quadro da jovem é estável e ela continua fazendo uso de medicamentos.

Nas redes sociais, Adriana agradeceu as orações e as mensagens de carinho recebidas pela filha. “Obrigada a todos pelas orações, pelo carinho. Deus está mandando anjos para a vida da Thaís e vai continuar”, afirmou.

Relembre o caso da jovem internada após cheirar uma pimenta

Thais foi internada em estado grave no dia 17 de fevereiro de 2023, após ter uma crise alérgica ao cheirar uma “pimenta bode” na casa do então namorado, em Anápolis. A jovem foi reanimada no Hospital Evangélico Goiano (HEG) e, em seguida, transferida para a Santa Casa de Anápolis.

Os primeiros exames mostraram um edema cerebral. Thaís chegou a ser intubada e não teve resposta neurológica. Após apresentar uma evolução no tratamento, a jovem recebeu alta da UTI no dia 30 de abril, cerca de 80 dias depois da internação.

A família da trancista montou uma espécie de UTI na casa onde moram para recebê-la. Para conseguir montar toda a estrutura, os familiares realizaram uma vaquinha online.

Os médicos acham que o contato da jovem com a pimenta foi um gatilho para ela desencadear uma crise de asma grave, fazendo com que Thais não conseguisse respirar normalmente.

Isso levou à baixa circulação de oxigênio no cérebro o coração, o que provocou uma parada cardiorrespiratória na jovem. Já internada, ela chegou a ser diagnosticada com um edema cerebral, perdeu a visão temporariamente e desenvolveu infecção urinária e um fungo pós-operatório.

FONTE:MAIS GOIAS

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