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Suspeitos se passavam por diretores de banco para aplicar golpes milionários em Goiás

Dois homens foram presos pela Polícia Civil de Goiás (PC) suspeitos de se passarem por diretores de grandes bancos para enganar e aplicar golpes em fazendeiros e empresários. De acordo com a PC, os homens faziam propostas de liberação de empréstimos multimilionários em troca de uma porcentagem a título de comissão. Um terceiro homem também participava das fraudes e está foragido. 

De acordo com as investigações, para entregar credibilidade às vítimas, eles investiam alto no golpe alugando espaços em hotéis e salões onde faziam a apresentação das propostas, sempre bem vestidos. Tudo para oferecer aos clientes empréstimos milionários em troca de comissões volumosas.

A reportagem não localizou a defesa de Gilberto Rodrigues de Oliveira, Girlandio Pereira Chaves e Luciano Oliveira Gomes – foragido, até a última atualização desta reportagem. Segundo os investigadores, até o momento, em Goiás, sete vítimas foram identificadas pela polícia, as quais tiveram prejuízo de mais de R$ 4,7 milhões.

 As investigações apontam que os suspeitos tenham feito, por todo o país, inúmeras outras vítimas. Conforme a Polícia Civil, as investigações tiveram início em dezembro de 2023, após uma fraude. 

As suspeitas começaram quando uma procuradora aposentada do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins solicitou um empréstimo de R$ 15 milhões mas obteve prejuízo de R$ 1 milhão.

Os suspeitos entregaram à mulher uma bolsa cheia de dólares falsos quando a vítima entregou um valor à titulo de garantia.. A partir daí, os envolvidos fugiram com os valores verdadeiros e as investigações tiveram ínicio.

Os três suspeitos possuem passagens pela polícia. Há no histórico dos envolvidos, registros no Distrito Federal onde são procurados pela Polícia Civil do DF (PCDF). A corporação chegou a cumprir mandados de busca e apreensão em junho de 2023, entretanto, sem localizar o trio. 

De acordo com informações da PCDF, no Distrito Federal são apuradas fraudes no valor de R$ 3,2 milhões, havendo registros de que os suspeitos vêm praticando esse golpe por, pelo menos, duas décadas.

FONTE:MAIS GOIAS

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