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Suspeito de sequestrar cantor sertanejo tentou convencer delegado que era policial civil no momento em que era preso, diz polícia

Suspeitos usavam uniformes e distintivos da Polícia Civil. Um dos suspeitos mora no mesmo condomínio da vítima.

Um dos suspeitos de sequestrar um cantor sertanejo tentou convencer o delegado Samuel Moura, responsável pelo caso, de que era policial civil no momento em que foi preso, em Goiânia. Segundo o delegado, um dos suspeitos mora no mesmo condomínio da vítima, o que facilitou a abordagem para o sequestro, por conhecer a rotina do cantor.

“Um deles sustentou até o final que era policial civil. Em momento algum do sequestro eles revelaram que aquilo era um crime, a vítima foi coagida a pensar que eles eram policiais”, disse o delegado.
Quatro suspeitos foram presos na manhã da última quarta-feira (27). Segundo a Polícia Civil, os suspeitos se passaram por policiais civis para abordar a vítima e extorqui-la, usando uniformes e distintivos da corporação.

Foram cumpridos três mandados de prisão e quatro de busca e apreensão entre as cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia e Senador Canedo. O crime aconteceu em 27 de agosto deste ano.

Entenda o caso


A polícia prendeu quatro homens na útlima quarta-feira (27) suspeitos de sequestrar o cantor Danilo Oliveira Lellis, conhecido no meio artístico como Dan Lellis, e roubar a caminhonete de luxo do artista, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Segundo a Polícia Civil, os suspeitos são parte de um grupo criminoso.

A investigação apontou que dois dos suspeitos usavam uniformes e distintivos de policiais no momento do crime, quando ameaçaram o cantor com arma de fogo. A vítima foi coagida a transferir o valor de R$ 15 mil via PIX aos suspeitos. Após a transferência, a caminhonete de luxo do cantor também foi roubada.

A polícia apreendeu as roupas, distintivos usados e a arma falsa usada no momento da abordagem dos suspeitos ao cantor. O veículo roubado foi encontrado em Confresa, no Mato Grosso, e foi recuperado.

Os suspeitos devem responder pelos crimes de associação criminosa, roubo e extorsão. Se condenados, podem as penas podem chegar até 31 anos de prisão.

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