
IMAGEM ILUSTRATIVA
Veículo foi adquirido em leilão realizado pela Prefeitura, mas, segundo o comprador, débitos anteriores ao arremate continuam registrados e impedem a transferência
Um morador de Formosa denuncia um problema que, segundo ele, já se arrasta há cerca de um ano após a compra de uma Kombi em um leilão realizado pela Prefeitura.
De acordo com o arrematante, no edital do leilão constava que os débitos e multas anteriores ao arremate seriam retirados no prazo estabelecido. No entanto, segundo seu relato, o veículo foi comunicado como vendido em seu nome sem que as pendências anteriores fossem devidamente quitadas.
O comprador afirma que, ao procurar os órgãos responsáveis para solucionar a situação, passou a enfrentar um verdadeiro jogo de empurra.
Segundo ele, no órgão de trânsito de Formosa, a orientação recebida é de que a responsabilidade seria do Detran-DF, já que a Kombi possui placa do Distrito Federal. Porém, conforme o relato, o Detran-DF teria dado baixa nos débitos registrados no Distrito Federal, enquanto permanecem pendências relacionadas ao órgão de trânsito de Goiás.
O valor das dívidas, segundo o proprietário, gira em torno de R$ 7 mil.
“A gente vai no órgão de trânsito e eles jogam para o Detran. Vai no Detran e o Detran joga de volta. Ninguém assume a responsabilidade”, relata o comprador.
O problema, segundo ele, é que o veículo permanece sem documentação regularizada, impossibilitando sua utilização. Ele também afirma que não consegue realizar a transferência, embora o comunicado de venda tenha sido feito em seu nome e exista prazo para que o procedimento seja concluído.
“Como que eu vou transferir o veículo se eles não quitam os débitos do veículo?”, questiona.
O arrematante afirma ainda que já procurou os órgãos responsáveis diversas vezes, mas até o momento não conseguiu uma solução definitiva para o caso.
A situação levanta questionamentos sobre a responsabilidade pela regularização dos veículos vendidos em leilões públicos e sobre quem deve arcar com débitos anteriores à data do arremate.
O espaço fica aberto para que a Prefeitura de Formosa e os órgãos de trânsito envolvidos apresentem esclarecimentos sobre o caso e informem quais providências serão adotadas para solucionar o problema.








