Governador Ronaldo Caiado não poupou críticas aos adversários | Foto: reprodução
Durante a fala, Caiado recorreu à chamada Síndrome de Estocolmo como metáfora para criticar o apoio de parte do eleitorado aos dois principais adversários à Presidência da República
Durante participação no evento Dia do 15, realizado nesta terça-feira, 15, em Aparecida de Goiânia, o candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que “não conversa com presidiários” ao ser questionado sobre declarações do ex-governador e candidato ao Governo de Goiás pelo PSDB, Marconi Perillo. Caiado participou do encontro da base governista, que reúne aliados da candidatura de Daniel Vilela (MDB) ao governo estadual.
A declaração ocorreu após Caiado ser questionado sobre falas de Marconi a respeito de sua participação na construção da política de segurança pública de Goiás. O candidato à Presidência não entrou no mérito das gestões anteriores e respondeu com críticas diretas ao adversário político.
“Eu não converso com presidiários. Esse assunto eu trato na dureza que trato bandido aqui em Goiás. Próximo assunto”, declarou.
“Corrupto preferido”
Ainda em sua entrevista, Caiado disse que a população brasileira estaria se apaixonando pelos “dois maiores assaltantes que o Brasil conhece”, em referência a Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). A declaração foi feita durante o evento Dia do 15, realizado em Aparecida de Goiânia.
Durante a fala, Caiado recorreu à chamada Síndrome de Estocolmo como metáfora para criticar o apoio de parte do eleitorado aos dois adversários. “Nós estamos vendo no Brasil uma síndrome que eu não tinha visto até hoje, uma síndrome em que a população está se apaixonando pelos dois maiores assaltantes que o Brasil conhece”, afirmou.
Na sequência, o candidato defendeu que o eleitorado deveria romper com o cenário político criticado por ele. “Essa é uma síndrome, e o Brasil realmente precisa superar essa crise.” Caiado também afirmou que o país não pode escolher o seu “corrupto preferido”, expressão utilizada por ele ao voltar a criticar os adversários na disputa presidencial.
“Não é possível o Brasil ser governado por dois que estão envolvidos e que são tratados como os seus corruptos preferidos. O Brasil não pode escolher o seu corrupto preferido. O Brasil tinha que ter a altivez, neste momento, de sair desse período triste e deprimente da vida política nacional”, declarou.
FONTE: JORNAL OPÇÃO






