Justiça mantém preso filho que matou a mãe a facadas em apartamento

Vinícius de Queiroz matou a mãe com uma facada no pescoço e, minutos depois, assumiu para a avó ter cometido o crime

Reprodução / Redes sociais

A Justiça do Distrito Federal manteve preso Vinícius de Queiroz, de 23 anos, que foi detido em flagrante após matar a mãe, Maria Elenice de Queiroz a facadas, em um apartamento no Guará II (DF).

O jovem passou por audiência de custódia nesta quarta-feira (21/1) e teve a prisão convertida em preventiva.

Após o feminicídio, o estudante de economia na Universidade de Brasília (UnB) confessou o crime à avó dizendo: “Matei a minha mãe”.

Entenda o caso:

  • Vinícius de Queiroz  foi preso em flagrante por policiais militares do 4º BPM (Guará), em um apartamento no Polo de Modas, na QE 4o do Guará II (DF).
  • Segundo a PM, ele estava sentado no sofá de casa quando os militares entraram no apartamento da família. O estudante demonstrou frieza perante os PMs.
  • Maria Elenice foi atingida com o golpe de faca na região do pescoço. Ela era empreendedora, tinha um espaço da Herbalife, no Guará.
  • “A vítima estava em parada cardiorrespiratória e não resistiu aos ferimentos”, informou o Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF).
  • O boletim de ocorrência foi registrado na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), que investiga o caso como feminicídio.

Após ser preso por matar a mãe, Maria Elenice de Queiroz, de 61 anos, Vinicius de Queiroz não demonstrou culpa ou remorso ao ser interrogado. Ele contou até que já havia sonhado com o crime anteriormente.

O estudante disse à delegada plantonista que agiu por “impulso”.

Nós somos de personalidades diferentes. Ela fala um pouco alto e tals, e eu tenho um pouco de sensibilidade, e acabei atacando ela. Foi isso. Eu a acertei com uma facada na jugular”, contou.

A delegada plantonista da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) questionou se ele já havia tido essa vontade súbita e estranha em outras ocasiões, e o jovem respondeu: “Não foi a primeira vez, mas antes eu conseguia controlar. Eu não me descontrolava exatamente, eu só ficava muito deprimido ou esmurrava alguma coisa”.

Ainda no interrogatório, a delegada pergunta se Vinícius já tinha sonhado com isso. Ele responde: “Sonhar, eu já sonhei com isso, sim. É como se eu já tivesse visto isso antes”.

FONTE : METRÓPOLES

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