Família afirma que situação se arrasta há dias e pede intervenção das autoridades responsáveis pela educação
Uma mãe procurou a reportagem para relatar uma situação que, segundo ela, vem causando preocupação e desgaste emocional para sua família envolvendo a filha, estudante do Colégio Aurelíço Gomes da Fonseca, no distrito de Santa Rosa, município de Formosa.
De acordo com o relato da mãe, a situação teria começado após a filha levar um Trident e comer um pedaço de bolo dentro da escola. Desde então, segundo ela, a estudante passou a ser constantemente chamada para conversar sobre os mesmos assuntos.
A mãe afirma ainda que é chamada repetidamente à unidade escolar e que precisa assinar atas relacionadas aos episódios, situação que, segundo seu relato, tem provocado preocupação e desgaste para ambas.
Mãe questiona tratamento dado ao caso
Ainda conforme a denúncia, a mãe relata a existência de um grupo que ela classifica como uma espécie de “panelinha” dentro da escola. Segundo ela, haveria uma família com mais de cinco pessoas trabalhando na unidade e que, em sua percepção, existiria uma relação entre integrantes desse grupo e os acontecimentos envolvendo sua filha.
A mãe também afirma que pessoas que, segundo seu relato, teriam praticado agressões contra a estudante não teriam recebido a punição que ela considera adequada.
É importante destacar que essas afirmações fazem parte do relato apresentado pela mãe e não representam, até o momento, uma conclusão sobre a responsabilidade de qualquer pessoa ou da instituição.
Ouvidoria também foi procurada
A mãe afirma que já entrou em contato duas vezes com a Ouvidoria em Goiânia, buscando providências e esclarecimentos sobre a situação. Segundo ela, até o momento não teria recebido uma resposta que solucionasse o problema.
Ela relata ainda que tanto ela quanto a filha fazem uso de medicamentos e que, diante do desgaste provocado pela situação, sentem que não têm condições de enfrentar o problema sozinhas.
Pedido de intervenção
Diante do caso, a família pede que autoridades superiores da área da educação acompanhem a situação, ouçam todas as partes envolvidas e verifiquem os procedimentos adotados pela unidade escolar.
A mãe também solicita que seja avaliado se a gestão da escola possui as condições e a capacitação necessárias para conduzir situações envolvendo conflitos entre estudantes e familiares.
A reportagem deixa espaço para que a direção do Colégio Aurelício Gomes da Fonseca, a Secretaria de Educação e os demais órgãos responsáveis apresentem suas versões e esclarecimentos sobre os fatos relatados.
A Rádio Lance FM e o site Lance Goiás reforçam que denúncias devem ser apuradas pelas autoridades competentes, garantindo o direito de manifestação e defesa de todos os envolvidos.
TEXTO ENVIADO PARA A REDAÇÃO
A mãe de Anny Vitória, aluna do 8º ano do Colégio Aureliço Gomes da Fonseca, pede providências e ajuda diante de uma situação que considera perseguição contra a filha.
- Tudo começou quando a menina levou um tridente e comeu um bolinho na escola; desde então, é constantemente chamada, tratada sobre os mesmos assuntos e a mãe é obrigada a assinar atas repetidamente.
- Anny Vitória foi agredida por colegas, está com trauma, dificuldade de ir à escola e passa mal no local. A mãe pede análise das câmeras.
- Após a agressão, vieram representantes da regional, Conselho Tutelar e psicóloga, mas disseram que se não parasse, o caso iria ao Ministério Público e a aluna poderia ser expulsa.
- A mãe relata haver um grupo/panelinha ligado a uma família com mais de 5 pessoas
a ouvidoria não solucionou o problema e continua a situação inclusive esse colégio foi. o meu irmão que correu atrás pra construir esse colégio hoje a família não pode nem estudar lá por causa das perseguição dos familiares Essas lesões foi acontecido na terça feira




